O Ritmo do Inesperado Entre Dimensões e Silêncios
Sou quem dança com o inesperado, sem me prender ao que se foi, nem apressar o que virá.
Viver é respirar o agora — mesmo quando o vento sopra diferente do planejado.
Há em mim um acordo silencioso com a vida: seguir, mesmo sem saber o destino; sentir, mesmo quando há apenas dor; recomeçar, mesmo quando o chão ainda treme.
Não há, de fato, busca pela perfeição — apenas pelo sentido. E quando o mundo parece girar rápido demais, fecho os olhos e escuto o que o coração ainda canta: é possível ser leve sem ser rasa, é possível ser forte sem ser dura.
Porque o amor — em todas as formas – é infinitude não linear que me move entre dimensões e vivências, numa existência infindável.
• Thais Paolucci
